Santo Inácio de Loyola Para este ano escutista, a proposta da Junta Central é AMAR ao jeito de INÁCIO DE LOYOLA”, fundador da Companhia de Jesus, celebrando-o e assumindo o seu modelo, tomando como símbolo a ÁRVORE que nasceu da bolota, da semente, e que dará fruto, crescendo e multiplicando, forte e segura. “COM TODO O CORAÇÃO, COM TODA A ALMA, COM TODA A VONTADE” Depois de nos termos permitido iluminar pela Luz, Terna e Suave é tempo de sermos testemunho, “com todo o coração, com toda a alma e com toda a vontade” Depois de sementes, é tempo de nos permitirmos ser árvore! Num tempo em que a comunicação se torna vertigem rápida, em que as relações se esvaziam em likes, ser árvore é permitirmo-nos, continuamente, ser sustento, ser sombra fresca, ser serenidade e até, silêncio agregador. Assim, como símbolos, apresentamos a ÁRVORE, que é estrutura, que é sustento, que é força de vida, que cresce de forma silenciosa, “em tudo Amar e Servir”, neste “gastar-me sem esperar outra recompensa”. Nos LIVROs, símbolo por excelência da busca pelo conhecimento, que levam à transformação a partir do interior. E nesta transformação, também cada um de nós se permita a despojar-se da vaidade da vida de cavaleiro, para nos tornarmos cavaleiros de Cristo, e “combatermos sem cuidar das feridas”. Da árvore aos livros, da estrutura à certeza de que é essencial a busca permanente pelo conhecimento, e de que nada é certo para além dos nossos valores, que também o Núcleo do Oeste se permita a “encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto” in Santo Inácio de Loyola. Assim, e como nos ensinou o Papa Francisco no seu discurso em Havana, em Setembro de 2015, ousamos e «Peçamos a Deus que faça crescer em nós o desejo de proximidade; que possamos sentir-nos próximos, ser vizinhos, com as nossas diferenças, propensões, estilos, mas vizinhos; com as nossas discussões, os nossos "litígios", falando cara a cara e não pelas costas.» (Texto retirado do Plano 2018-2019 da JNO) INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556) é uma figura de grande relevo na história da Igreja Católica, não só por ser o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) – uma das maiores ordens religiosas ainda na atualidade – mas primeiramente pelo seu singular percurso humano e crente. Jovem do seu tempo, empenhou-se inicialmente numa carreira militar no seu país natal, Espanha. Tendo sido ferido por uma bala de canhão que o deixou gravemente ferido, iniciou a leitura, durante a convalescença, de uma coletânea de Vida dos Santos, um episódio fundamental para uma mudança radical na sua vida. Decidido a fazer uma peregrinação a Jerusalém, Inácio passa por Montserrat, onde começa a redação de um pequeno caderno de apontamentos que mais tarde se irá transformar no livro dos Exercícios Espirituais, um texto determinante na sua história pessoal, na formação dos futuros membros da Companhia de Jesus e na vida de toda a Igreja, pois aí se aponta um método concreto para o discernimento. Discernimento é, na realidade uma palavra-chave na compreensão da espiritualidade inaciana, que tem voltado com tanta insistência pela voz do Papa Francisco (ele próprio jesuíta). Distinguir o bem do mal, reconhecer o sentido para a própria vida, identificar o caminho pessoal que Deus nos chama a percorrer, enfrentar dilemas pessoais e comunitários onde não é clara a escolha a fazer, são algumas da situações existenciais onde a necessidade do discernimento se manifesta com toda a acuidade. Inácio de Loyola foi canonizado a 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV e festeja-se o seu dia a 31 de julho. AMAR com Inácio de Loyola é integrar pulsões, desejos e necessidades num projeto de vida com sentido, fruto de escolhas conscientes e livres para “maior glória de Deus” (ad maiorem dei gloriam, o lema de Santo Inácio e dos jesuítas). A ÁRVORE (a semente que dá fruto) aponta para a diversidade de ramos e folhas, mas todos vinculados ao mesmo tronco. Lembra-nos a necessidade de que, como a árvore estende os seus ramos em busca da luz, também nós devemos estender-nos em direção aos outros, criando laços, amando. Árvore, que é estrutura, que é sustento e que é força de vida. TOMAI SENHOR E RECEBEI é a oração de Santo Inácio que exprime, sintetizando em forma de cântico, as linhas fundamentais desta espiritualidade que queremos aprofundar ao longo deste ano escutista. É esta entrega de mim, de todo o meu ser, que queremos doar a Jesus. Podemos encontrar um texto similar numa outra oração de Santo Inácio, na qual a Oração do Escuta se inspira. (Com base no Plano Trienal 2017-2019, CNE) Oração de Santo Inácio de Loyola Tomai Senhor, e recebei Toda minha liberdade, A minha memória também. O meu entendimento E toda minha vontade. Tudo que tenho e possuo, Vós me destes com amor. Todos os dons que me destes, Com gratidão vos devolvo: Disponde deles, Senhor, Segundo vossa vontade. Dai-me somente O vosso amor, vossa graça. Isto me basta, Nada mais quero pedir. Departamento de Comunicação & Imagem do Núcleo do Oeste
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Santo Inácio de Loyola Para este ano escutista, a proposta da Junta Central é AMAR ao jeito de INÁCIO DE LOYOLA”, fundador da Companhia de Jesus, celebrando-o e assumindo o seu modelo, tomando como símbolo a ÁRVORE que nasceu da bolota, da semente, e que dará fruto, crescendo e multiplicando, forte e segura. “COM TODO O CORAÇÃO, COM TODA A ALMA, COM TODA A VONTADE” Depois de nos termos permitido iluminar pela Luz, Terna e Suave é tempo de sermos testemunho, “com todo o coração, com toda a alma e com toda a vontade” Depois de sementes, é tempo de nos permitirmos ser árvore! Num tempo em que a comunicação se torna vertigem rápida, em que as relações se esvaziam em likes, ser árvore é permitirmo-nos, continuamente, ser sustento, ser sombra fresca, ser serenidade e até, silêncio agregador. Assim, como símbolos, apresentamos a ÁRVORE, que é estrutura, que é sustento, que é força de vida, que cresce de forma silenciosa, “em tudo Amar e Servir”, neste “gastar-me sem esperar outra recompensa”. Nos LIVROs, símbolo por excelência da busca pelo conhecimento, que levam à transformação a partir do interior. E nesta transformação, também cada um de nós se permita a despojar-se da vaidade da vida de cavaleiro, para nos tornarmos cavaleiros de Cristo, e “combatermos sem cuidar das feridas”. Da árvore aos livros, da estrutura à certeza de que é essencial a busca permanente pelo conhecimento, e de que nada é certo para além dos nossos valores, que também o Núcleo do Oeste se permita a “encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto” in Santo Inácio de Loyola. Assim, e como nos ensinou o Papa Francisco no seu discurso em Havana, em Setembro de 2015, ousamos e «Peçamos a Deus que faça crescer em nós o desejo de proximidade; que possamos sentir-nos próximos, ser vizinhos, com as nossas diferenças, propensões, estilos, mas vizinhos; com as nossas discussões, os nossos "litígios", falando cara a cara e não pelas costas.» (Texto retirado do Plano 2018-2019 da JNO) INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556) é uma figura de grande relevo na história da Igreja Católica, não só por ser o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) – uma das maiores ordens religiosas ainda na atualidade – mas primeiramente pelo seu singular percurso humano e crente. Jovem do seu tempo, empenhou-se inicialmente numa carreira militar no seu país natal, Espanha. Tendo sido ferido por uma bala de canhão que o deixou gravemente ferido, iniciou a leitura, durante a convalescença, de uma coletânea de Vida dos Santos, um episódio fundamental para uma mudança radical na sua vida. Decidido a fazer uma peregrinação a Jerusalém, Inácio passa por Montserrat, onde começa a redação de um pequeno caderno de apontamentos que mais tarde se irá transformar no livro dos Exercícios Espirituais, um texto determinante na sua história pessoal, na formação dos futuros membros da Companhia de Jesus e na vida de toda a Igreja, pois aí se aponta um método concreto para o discernimento. Discernimento é, na realidade uma palavra-chave na compreensão da espiritualidade inaciana, que tem voltado com tanta insistência pela voz do Papa Francisco (ele próprio jesuíta). Distinguir o bem do mal, reconhecer o sentido para a própria vida, identificar o caminho pessoal que Deus nos chama a percorrer, enfrentar dilemas pessoais e comunitários onde não é clara a escolha a fazer, são algumas da situações existenciais onde a necessidade do discernimento se manifesta com toda a acuidade. Inácio de Loyola foi canonizado a 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV e festeja-se o seu dia a 31 de julho. AMAR com Inácio de Loyola é integrar pulsões, desejos e necessidades num projeto de vida com sentido, fruto de escolhas conscientes e livres para “maior glória de Deus” (ad maiorem dei gloriam, o lema de Santo Inácio e dos jesuítas). A ÁRVORE (a semente que dá fruto) aponta para a diversidade de ramos e folhas, mas todos vinculados ao mesmo tronco. Lembra-nos a necessidade de que, como a árvore estende os seus ramos em busca da luz, também nós devemos estender-nos em direção aos outros, criando laços, amando. Árvore, que é estrutura, que é sustento e que é força de vida. TOMAI SENHOR E RECEBEI é a oração de Santo Inácio que exprime, sintetizando em forma de cântico, as linhas fundamentais desta espiritualidade que queremos aprofundar ao longo deste ano escutista. É esta entrega de mim, de todo o meu ser, que queremos doar a Jesus. Podemos encontrar um texto similar numa outra oração de Santo Inácio, na qual a Oração do Escuta se inspira. (Com base no Plano Trienal 2017-2019, CNE) Oração de Santo Inácio de Loyola Tomai Senhor, e recebei Toda minha liberdade, A minha memória também. O meu entendimento E toda minha vontade. Tudo que tenho e possuo, Vós me destes com amor. Todos os dons que me destes, Com gratidão vos devolvo: Disponde deles, Senhor, Segundo vossa vontade. Dai-me somente O vosso amor, vossa graça. Isto me basta, Nada mais quero pedir. Departamento de Comunicação & Imagem do Núcleo do Oeste
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Santo Inácio de Loyola Para este ano escutista, a proposta da Junta Central é AMAR ao jeito de INÁCIO DE LOYOLA”, fundador da Companhia de Jesus, celebrando-o e assumindo o seu modelo, tomando como símbolo a ÁRVORE que nasceu da bolota, da semente, e que dará fruto, crescendo e multiplicando, forte e segura. “COM TODO O CORAÇÃO, COM TODA A ALMA, COM TODA A VONTADE” Depois de nos termos permitido iluminar pela Luz, Terna e Suave é tempo de sermos testemunho, “com todo o coração, com toda a alma e com toda a vontade” Depois de sementes, é tempo de nos permitirmos ser árvore! Num tempo em que a comunicação se torna vertigem rápida, em que as relações se esvaziam em likes, ser árvore é permitirmo-nos, continuamente, ser sustento, ser sombra fresca, ser serenidade e até, silêncio agregador. Assim, como símbolos, apresentamos a ÁRVORE, que é estrutura, que é sustento, que é força de vida, que cresce de forma silenciosa, “em tudo Amar e Servir”, neste “gastar-me sem esperar outra recompensa”. Nos LIVROs, símbolo por excelência da busca pelo conhecimento, que levam à transformação a partir do interior. E nesta transformação, também cada um de nós se permita a despojar-se da vaidade da vida de cavaleiro, para nos tornarmos cavaleiros de Cristo, e “combatermos sem cuidar das feridas”. Da árvore aos livros, da estrutura à certeza de que é essencial a busca permanente pelo conhecimento, e de que nada é certo para além dos nossos valores, que também o Núcleo do Oeste se permita a “encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto” in Santo Inácio de Loyola. Assim, e como nos ensinou o Papa Francisco no seu discurso em Havana, em Setembro de 2015, ousamos e «Peçamos a Deus que faça crescer em nós o desejo de proximidade; que possamos sentir-nos próximos, ser vizinhos, com as nossas diferenças, propensões, estilos, mas vizinhos; com as nossas discussões, os nossos "litígios", falando cara a cara e não pelas costas.» (Texto retirado do Plano 2018-2019 da JNO) INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556) é uma figura de grande relevo na história da Igreja Católica, não só por ser o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) – uma das maiores ordens religiosas ainda na atualidade – mas primeiramente pelo seu singular percurso humano e crente. Jovem do seu tempo, empenhou-se inicialmente numa carreira militar no seu país natal, Espanha. Tendo sido ferido por uma bala de canhão que o deixou gravemente ferido, iniciou a leitura, durante a convalescença, de uma coletânea de Vida dos Santos, um episódio fundamental para uma mudança radical na sua vida. Decidido a fazer uma peregrinação a Jerusalém, Inácio passa por Montserrat, onde começa a redação de um pequeno caderno de apontamentos que mais tarde se irá transformar no livro dos Exercícios Espirituais, um texto determinante na sua história pessoal, na formação dos futuros membros da Companhia de Jesus e na vida de toda a Igreja, pois aí se aponta um método concreto para o discernimento. Discernimento é, na realidade uma palavra-chave na compreensão da espiritualidade inaciana, que tem voltado com tanta insistência pela voz do Papa Francisco (ele próprio jesuíta). Distinguir o bem do mal, reconhecer o sentido para a própria vida, identificar o caminho pessoal que Deus nos chama a percorrer, enfrentar dilemas pessoais e comunitários onde não é clara a escolha a fazer, são algumas da situações existenciais onde a necessidade do discernimento se manifesta com toda a acuidade. Inácio de Loyola foi canonizado a 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV e festeja-se o seu dia a 31 de julho. AMAR com Inácio de Loyola é integrar pulsões, desejos e necessidades num projeto de vida com sentido, fruto de escolhas conscientes e livres para “maior glória de Deus” (ad maiorem dei gloriam, o lema de Santo Inácio e dos jesuítas). A ÁRVORE (a semente que dá fruto) aponta para a diversidade de ramos e folhas, mas todos vinculados ao mesmo tronco. Lembra-nos a necessidade de que, como a árvore estende os seus ramos em busca da luz, também nós devemos estender-nos em direção aos outros, criando laços, amando. Árvore, que é estrutura, que é sustento e que é força de vida. TOMAI SENHOR E RECEBEI é a oração de Santo Inácio que exprime, sintetizando em forma de cântico, as linhas fundamentais desta espiritualidade que queremos aprofundar ao longo deste ano escutista. É esta entrega de mim, de todo o meu ser, que queremos doar a Jesus. Podemos encontrar um texto similar numa outra oração de Santo Inácio, na qual a Oração do Escuta se inspira. (Com base no Plano Trienal 2017-2019, CNE) Oração de Santo Inácio de Loyola Tomai Senhor, e recebei Toda minha liberdade, A minha memória também. O meu entendimento E toda minha vontade. Tudo que tenho e possuo, Vós me destes com amor. Todos os dons que me destes, Com gratidão vos devolvo: Disponde deles, Senhor, Segundo vossa vontade. Dai-me somente O vosso amor, vossa graça. Isto me basta, Nada mais quero pedir. Departamento de Comunicação & Imagem do Núcleo do Oeste
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Santo Inácio de Loyola Para este ano escutista, a proposta da Junta Central é AMAR ao jeito de INÁCIO DE LOYOLA”, fundador da Companhia de Jesus, celebrando-o e assumindo o seu modelo, tomando como símbolo a ÁRVORE que nasceu da bolota, da semente, e que dará fruto, crescendo e multiplicando, forte e segura. “COM TODO O CORAÇÃO, COM TODA A ALMA, COM TODA A VONTADE” Depois de nos termos permitido iluminar pela Luz, Terna e Suave é tempo de sermos testemunho, “com todo o coração, com toda a alma e com toda a vontade” Depois de sementes, é tempo de nos permitirmos ser árvore! Num tempo em que a comunicação se torna vertigem rápida, em que as relações se esvaziam em likes, ser árvore é permitirmo-nos, continuamente, ser sustento, ser sombra fresca, ser serenidade e até, silêncio agregador. Assim, como símbolos, apresentamos a ÁRVORE, que é estrutura, que é sustento, que é força de vida, que cresce de forma silenciosa, “em tudo Amar e Servir”, neste “gastar-me sem esperar outra recompensa”. Nos LIVROs, símbolo por excelência da busca pelo conhecimento, que levam à transformação a partir do interior. E nesta transformação, também cada um de nós se permita a despojar-se da vaidade da vida de cavaleiro, para nos tornarmos cavaleiros de Cristo, e “combatermos sem cuidar das feridas”. Da árvore aos livros, da estrutura à certeza de que é essencial a busca permanente pelo conhecimento, e de que nada é certo para além dos nossos valores, que também o Núcleo do Oeste se permita a “encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto” in Santo Inácio de Loyola. Assim, e como nos ensinou o Papa Francisco no seu discurso em Havana, em Setembro de 2015, ousamos e «Peçamos a Deus que faça crescer em nós o desejo de proximidade; que possamos sentir-nos próximos, ser vizinhos, com as nossas diferenças, propensões, estilos, mas vizinhos; com as nossas discussões, os nossos "litígios", falando cara a cara e não pelas costas.» (Texto retirado do Plano 2018-2019 da JNO) INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556) é uma figura de grande relevo na história da Igreja Católica, não só por ser o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) – uma das maiores ordens religiosas ainda na atualidade – mas primeiramente pelo seu singular percurso humano e crente. Jovem do seu tempo, empenhou-se inicialmente numa carreira militar no seu país natal, Espanha. Tendo sido ferido por uma bala de canhão que o deixou gravemente ferido, iniciou a leitura, durante a convalescença, de uma coletânea de Vida dos Santos, um episódio fundamental para uma mudança radical na sua vida. Decidido a fazer uma peregrinação a Jerusalém, Inácio passa por Montserrat, onde começa a redação de um pequeno caderno de apontamentos que mais tarde se irá transformar no livro dos Exercícios Espirituais, um texto determinante na sua história pessoal, na formação dos futuros membros da Companhia de Jesus e na vida de toda a Igreja, pois aí se aponta um método concreto para o discernimento. Discernimento é, na realidade uma palavra-chave na compreensão da espiritualidade inaciana, que tem voltado com tanta insistência pela voz do Papa Francisco (ele próprio jesuíta). Distinguir o bem do mal, reconhecer o sentido para a própria vida, identificar o caminho pessoal que Deus nos chama a percorrer, enfrentar dilemas pessoais e comunitários onde não é clara a escolha a fazer, são algumas da situações existenciais onde a necessidade do discernimento se manifesta com toda a acuidade. Inácio de Loyola foi canonizado a 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV e festeja-se o seu dia a 31 de julho. AMAR com Inácio de Loyola é integrar pulsões, desejos e necessidades num projeto de vida com sentido, fruto de escolhas conscientes e livres para “maior glória de Deus” (ad maiorem dei gloriam, o lema de Santo Inácio e dos jesuítas). A ÁRVORE (a semente que dá fruto) aponta para a diversidade de ramos e folhas, mas todos vinculados ao mesmo tronco. Lembra-nos a necessidade de que, como a árvore estende os seus ramos em busca da luz, também nós devemos estender-nos em direção aos outros, criando laços, amando. Árvore, que é estrutura, que é sustento e que é força de vida. TOMAI SENHOR E RECEBEI é a oração de Santo Inácio que exprime, sintetizando em forma de cântico, as linhas fundamentais desta espiritualidade que queremos aprofundar ao longo deste ano escutista. É esta entrega de mim, de todo o meu ser, que queremos doar a Jesus. Podemos encontrar um texto similar numa outra oração de Santo Inácio, na qual a Oração do Escuta se inspira. (Com base no Plano Trienal 2017-2019, CNE) Oração de Santo Inácio de Loyola Tomai Senhor, e recebei Toda minha liberdade, A minha memória também. O meu entendimento E toda minha vontade. Tudo que tenho e possuo, Vós me destes com amor. Todos os dons que me destes, Com gratidão vos devolvo: Disponde deles, Senhor, Segundo vossa vontade. Dai-me somente O vosso amor, vossa graça. Isto me basta, Nada mais quero pedir. Departamento de Comunicação & Imagem do Núcleo do Oeste
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Santo Inácio de Loyola Para este ano escutista, a proposta da Junta Central é AMAR ao jeito de INÁCIO DE LOYOLA”, fundador da Companhia de Jesus, celebrando-o e assumindo o seu modelo, tomando como símbolo a ÁRVORE que nasceu da bolota, da semente, e que dará fruto, crescendo e multiplicando, forte e segura. “COM TODO O CORAÇÃO, COM TODA A ALMA, COM TODA A VONTADE” Depois de nos termos permitido iluminar pela Luz, Terna e Suave é tempo de sermos testemunho, “com todo o coração, com toda a alma e com toda a vontade” Depois de sementes, é tempo de nos permitirmos ser árvore! Num tempo em que a comunicação se torna vertigem rápida, em que as relações se esvaziam em likes, ser árvore é permitirmo-nos, continuamente, ser sustento, ser sombra fresca, ser serenidade e até, silêncio agregador. Assim, como símbolos, apresentamos a ÁRVORE, que é estrutura, que é sustento, que é força de vida, que cresce de forma silenciosa, “em tudo Amar e Servir”, neste “gastar-me sem esperar outra recompensa”. Nos LIVROs, símbolo por excelência da busca pelo conhecimento, que levam à transformação a partir do interior. E nesta transformação, também cada um de nós se permita a despojar-se da vaidade da vida de cavaleiro, para nos tornarmos cavaleiros de Cristo, e “combatermos sem cuidar das feridas”. Da árvore aos livros, da estrutura à certeza de que é essencial a busca permanente pelo conhecimento, e de que nada é certo para além dos nossos valores, que também o Núcleo do Oeste se permita a “encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto” in Santo Inácio de Loyola. Assim, e como nos ensinou o Papa Francisco no seu discurso em Havana, em Setembro de 2015, ousamos e «Peçamos a Deus que faça crescer em nós o desejo de proximidade; que possamos sentir-nos próximos, ser vizinhos, com as nossas diferenças, propensões, estilos, mas vizinhos; com as nossas discussões, os nossos "litígios", falando cara a cara e não pelas costas.» (Texto retirado do Plano 2018-2019 da JNO) INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556) é uma figura de grande relevo na história da Igreja Católica, não só por ser o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) – uma das maiores ordens religiosas ainda na atualidade – mas primeiramente pelo seu singular percurso humano e crente. Jovem do seu tempo, empenhou-se inicialmente numa carreira militar no seu país natal, Espanha. Tendo sido ferido por uma bala de canhão que o deixou gravemente ferido, iniciou a leitura, durante a convalescença, de uma coletânea de Vida dos Santos, um episódio fundamental para uma mudança radical na sua vida. Decidido a fazer uma peregrinação a Jerusalém, Inácio passa por Montserrat, onde começa a redação de um pequeno caderno de apontamentos que mais tarde se irá transformar no livro dos Exercícios Espirituais, um texto determinante na sua história pessoal, na formação dos futuros membros da Companhia de Jesus e na vida de toda a Igreja, pois aí se aponta um método concreto para o discernimento. Discernimento é, na realidade uma palavra-chave na compreensão da espiritualidade inaciana, que tem voltado com tanta insistência pela voz do Papa Francisco (ele próprio jesuíta). Distinguir o bem do mal, reconhecer o sentido para a própria vida, identificar o caminho pessoal que Deus nos chama a percorrer, enfrentar dilemas pessoais e comunitários onde não é clara a escolha a fazer, são algumas da situações existenciais onde a necessidade do discernimento se manifesta com toda a acuidade. Inácio de Loyola foi canonizado a 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV e festeja-se o seu dia a 31 de julho. AMAR com Inácio de Loyola é integrar pulsões, desejos e necessidades num projeto de vida com sentido, fruto de escolhas conscientes e livres para “maior glória de Deus” (ad maiorem dei gloriam, o lema de Santo Inácio e dos jesuítas). A ÁRVORE (a semente que dá fruto) aponta para a diversidade de ramos e folhas, mas todos vinculados ao mesmo tronco. Lembra-nos a necessidade de que, como a árvore estende os seus ramos em busca da luz, também nós devemos estender-nos em direção aos outros, criando laços, amando. Árvore, que é estrutura, que é sustento e que é força de vida. TOMAI SENHOR E RECEBEI é a oração de Santo Inácio que exprime, sintetizando em forma de cântico, as linhas fundamentais desta espiritualidade que queremos aprofundar ao longo deste ano escutista. É esta entrega de mim, de todo o meu ser, que queremos doar a Jesus. Podemos encontrar um texto similar numa outra oração de Santo Inácio, na qual a Oração do Escuta se inspira. (Com base no Plano Trienal 2017-2019, CNE) Oração de Santo Inácio de Loyola Tomai Senhor, e recebei Toda minha liberdade, A minha memória também. O meu entendimento E toda minha vontade. Tudo que tenho e possuo, Vós me destes com amor. Todos os dons que me destes, Com gratidão vos devolvo: Disponde deles, Senhor, Segundo vossa vontade. Dai-me somente O vosso amor, vossa graça. Isto me basta, Nada mais quero pedir. Departamento de Comunicação & Imagem do Núcleo do Oeste
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Santo Inácio de Loyola Para este ano escutista, a proposta da Junta Central é AMAR ao jeito de INÁCIO DE LOYOLA”, fundador da Companhia de Jesus, celebrando-o e assumindo o seu modelo, tomando como símbolo a ÁRVORE que nasceu da bolota, da semente, e que dará fruto, crescendo e multiplicando, forte e segura. “COM TODO O CORAÇÃO, COM TODA A ALMA, COM TODA A VONTADE” Depois de nos termos permitido iluminar pela Luz, Terna e Suave é tempo de sermos testemunho, “com todo o coração, com toda a alma e com toda a vontade” Depois de sementes, é tempo de nos permitirmos ser árvore! Num tempo em que a comunicação se torna vertigem rápida, em que as relações se esvaziam em likes, ser árvore é permitirmo-nos, continuamente, ser sustento, ser sombra fresca, ser serenidade e até, silêncio agregador. Assim, como símbolos, apresentamos a ÁRVORE, que é estrutura, que é sustento, que é força de vida, que cresce de forma silenciosa, “em tudo Amar e Servir”, neste “gastar-me sem esperar outra recompensa”. Nos LIVROs, símbolo por excelência da busca pelo conhecimento, que levam à transformação a partir do interior. E nesta transformação, também cada um de nós se permita a despojar-se da vaidade da vida de cavaleiro, para nos tornarmos cavaleiros de Cristo, e “combatermos sem cuidar das feridas”. Da árvore aos livros, da estrutura à certeza de que é essencial a busca permanente pelo conhecimento, e de que nada é certo para além dos nossos valores, que também o Núcleo do Oeste se permita a “encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto” in Santo Inácio de Loyola. Assim, e como nos ensinou o Papa Francisco no seu discurso em Havana, em Setembro de 2015, ousamos e «Peçamos a Deus que faça crescer em nós o desejo de proximidade; que possamos sentir-nos próximos, ser vizinhos, com as nossas diferenças, propensões, estilos, mas vizinhos; com as nossas discussões, os nossos "litígios", falando cara a cara e não pelas costas.» (Texto retirado do Plano 2018-2019 da JNO) INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556) é uma figura de grande relevo na história da Igreja Católica, não só por ser o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) – uma das maiores ordens religiosas ainda na atualidade – mas primeiramente pelo seu singular percurso humano e crente. Jovem do seu tempo, empenhou-se inicialmente numa carreira militar no seu país natal, Espanha. Tendo sido ferido por uma bala de canhão que o deixou gravemente ferido, iniciou a leitura, durante a convalescença, de uma coletânea de Vida dos Santos, um episódio fundamental para uma mudança radical na sua vida. Decidido a fazer uma peregrinação a Jerusalém, Inácio passa por Montserrat, onde começa a redação de um pequeno caderno de apontamentos que mais tarde se irá transformar no livro dos Exercícios Espirituais, um texto determinante na sua história pessoal, na formação dos futuros membros da Companhia de Jesus e na vida de toda a Igreja, pois aí se aponta um método concreto para o discernimento. Discernimento é, na realidade uma palavra-chave na compreensão da espiritualidade inaciana, que tem voltado com tanta insistência pela voz do Papa Francisco (ele próprio jesuíta). Distinguir o bem do mal, reconhecer o sentido para a própria vida, identificar o caminho pessoal que Deus nos chama a percorrer, enfrentar dilemas pessoais e comunitários onde não é clara a escolha a fazer, são algumas da situações existenciais onde a necessidade do discernimento se manifesta com toda a acuidade. Inácio de Loyola foi canonizado a 12 de março de 1622 pelo Papa Gregório XV e festeja-se o seu dia a 31 de julho. AMAR com Inácio de Loyola é integrar pulsões, desejos e necessidades num projeto de vida com sentido, fruto de escolhas conscientes e livres para “maior glória de Deus” (ad maiorem dei gloriam, o lema de Santo Inácio e dos jesuítas). A ÁRVORE (a semente que dá fruto) aponta para a diversidade de ramos e folhas, mas todos vinculados ao mesmo tronco. Lembra-nos a necessidade de que, como a árvore estende os seus ramos em busca da luz, também nós devemos estender-nos em direção aos outros, criando laços, amando. Árvore, que é estrutura, que é sustento e que é força de vida. TOMAI SENHOR E RECEBEI é a oração de Santo Inácio que exprime, sintetizando em forma de cântico, as linhas fundamentais desta espiritualidade que queremos aprofundar ao longo deste ano escutista. É esta entrega de mim, de todo o meu ser, que queremos doar a Jesus. Podemos encontrar um texto similar numa outra oração de Santo Inácio, na qual a Oração do Escuta se inspira. (Com base no Plano Trienal 2017-2019, CNE) Oração de Santo Inácio de Loyola Tomai Senhor, e recebei Toda minha liberdade, A minha memória também. O meu entendimento E toda minha vontade. Tudo que tenho e possuo, Vós me destes com amor. Todos os dons que me destes, Com gratidão vos devolvo: Disponde deles, Senhor, Segundo vossa vontade. Dai-me somente O vosso amor, vossa graça. Isto me basta, Nada mais quero pedir. Departamento de Comunicação & Imagem do Núcleo do Oeste
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